O ESFRIAMENTO DO AMOR E O TEMPO DO FIM

    

 

 


"NA ROTA DOS TEMPOS DIFÍCEIS, os indivíduos transformam em tempo presente um futuro outrora profetizado por Paulo. Desnudam a hipocrisia e se mostram homens egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder (2Tm 3.1-5). Negam o amor ágape.

    Há esperança em tempos de indigência? Embora seja uma palavra que não traz tanto conforto nesses últimos tempos, esperança é o que ainda tem alimentado o amor de Cristo em nós — um amor que o fogo da guerra não apagou. — Nada nos causa perplexidade ante o sentimento que o Pai nutre por nós filhos e filhas criados à sua imagem, porque o seu amor é infinito. Ainda que fiquemos atônitos diante de um mundo ausente de afetividade, de um povo sem paz, espaços sem aconchego e narrativas tão violentas quanto à própria violência, a Bíblia declara que vivemos alicerçados no amor do Pai — e essa verdade nos consola."

 

                Pastora Adriana Santana. 

           (Trecho do livro "O Mundo em órbita de alerta" - pág. 357 - Lançamento em breve por AD Santos Editora).

 

 


 

 

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