A HUMANIDADE ESTÁ EM ALERTA - Fatos apocalípticos estão nas manchetes do dia e os homens são protagonistas de sua própria destruição

 


ONTEM MESMO RECEBI INFORMAÇÃO de que até o ano de 2031 estará consolidada a Agenda 2030 da ONU, com a apresentação, para o mundo, de um único líder mundial. É a tal da Nova Ordem Mundial (NOM), um governo absolutista de esquerda que implantará um regime extremista de controle total. A humanidade está sendo conduzida, sem perceber, para o fim. Não o fim da humanidade por completo (pelo menos por enquanto). Mas, sim, para o fim do mundo como era antes.

Sobre este assunto, eu e a escritora baiana Adriana Santana organizamos o livro “O mundo em órbita de alerta: desespero ou esperança?”, que será lançado pela AD Santos Editora. Somos 21 autores, de diferentes áreas, trabalhando uma narrativa jornalística, na linha investigativa, com a finalidade de esclarecer a humanidade acerca da volta de Cristo.

Nossa abordagem começa pelo início da humanidade, em que procuramos descortinar o fato de que — desde que surgiu no mundo e recebeu autonomia divina para governar a terra — o homem passou a desenvolver ações de transformação predatórias da natureza e isso se estende por todos os períodos da história da humanidade. Enfim, chegamos aos dias atuais de maneira catastrófica convivendo com seres humanos vorazes. O próprio ser humano projeta o apocalipse que ele mesmo vivenciará no tempo determinado. E esse tempo é o agora.

As revoluções — científicas, industriais, tecnológicas e culturais — estragaram e continuam estragando o planeta. A ação humana no planeta terra é sempre destruidora, injusta e assassina. Destrói, polui e mata. Tudo em nome da evolução.

     Assistimos os acontecimentos no planeta e observamos a fúria divina sobre a terra é consequência natural da rebeldia humana. Medos e agonias movem a humanidade por caminhos inseguros, pestilentos e cheios de engodos. Os fatos apocalípticos passam pelas esferas da política, da religião, das tecnologias, das relações diplomáticas, de questões geológicas, sociais, geopolíticas, relações governamentais, questões da esfera moral e, enfim, no que concerne a todas as esferas do mundo.

Nesta perspectiva, a Bíblia alerta a humanidade inteira sobre os sinais dos tempos atuais. O plano divino é fazer com que as pessoas reconheçam a graça eterna de Deus e, uma vez advertidas, elas se preparem para a eminente volta do Senhor Jesus.

Ameaças diplomáticas no cenário geopolítico, como vemos atualmente, e os fatos ultramodernos no plano da economia global, por exemplo, descortinam o passo-a-passo dos blocos econômicos entre continentes que marcham gradativamente para a concretização da NOM. Assim, o mundo se divide, mas logo se unirá globalmente. A corrida é a unificação de todos os países em torno de um governo mundial único.

São organizações poderosas que têm pressa e protagonizam uma frenética corrida para a NOM. Essa corrida concentra esforços e estratégias descomunais para implantação desse governo mundial absolutista e ultraditador. Trata-se de uma rede mundial de corrupção, ou seja, o governo mundial único (do Anticristo) é a ditadura da corrupção e controle total sobre a vida das pessoas. O Brasil, segundo consultores da geopolítica, está entre os sete países mais estratégicos para ser sede do sistema do Anticristo. Para ser bem claro, o Anticristo é um sistema anticristão, antagônico aos princípios da sociedade tradicional, totalmente contrário aos valores familiares e outras coisas mais. Na verdade, é um governo de esquerda tirano e cruel. Isto é, trata-se de uma rede mundial de corrupção.

No Brasil e no mundo, estão ocorrendo catástrofes ambientais e o desequilíbrio do ecossistema. Isso aponta para o fato de que a degradação biótica que está afetando o planeta encontra raízes na condição humana contemporânea. A problemática se agrava pelo crescimento explosivo da população humana e pela distribuição desigual da riqueza. A perda da diversidade biológica —  envolvendo aspectos sociais, econômicos, culturais e científicos — é, também, um dos principais sinais dos tempos. E, aí, é importante clarificar que o homem, longe de Deus, não consegue discernir entre o bem e o mal, ou não consegue valoriza o que vem de Deus.

De acordo com o conteúdo da Agenda 2030 (ONU), as catástrofes ambientes são também um dos sinais do fim dos tempos. A Igreja, como agente da mensagem de Deus para a humanidade, deve observar esse fenômeno e falar para o mundo em tom de alerta.

   As crises políticas nas relações internacionais, numa compreensão histórica atual, vislumbram rumores de uma guerra silenciosa que têm ameaçado os países cristãos, visto que os últimos acontecimentos têm gerado discussões acerca do tempo do fim. Estamos numa trilha de desespero e, ao que parece, a sociedade está em colapso. Olhando para o que, recentemente, está acontecendo entre Israel e Brasil, em nível de relações diplomáticas, a ausência da ética tem ultrapassado todos os limites.

Por outro lado, na corrida pelo conhecimento e domínio da tecnologia em nível de mundo, evidenciam-se posturas de homens do alto escalão dos governos em cumprirem, com posturas antiéticas, o previsto na segunda epístola de Paulo a Timóteo, que nos alerta sobre os últimos dias quando, segundo o apóstolo, sobreviriam tempos trabalhosos. Os tempos atuais são nebulosos e a igreja, apesar da frieza no âmbito do amor, sabe exatamente o que está acontecendo. Mas, face a isso, parece estar sem força para fazer que deve ser feito a serviço do reino de Deus.

Desastres na terra e nos ares, de há muito, vêm acontecendo. E estão gritando algo muito forte sobre os tempos do fim. As profecias bíblicas predisseram e os fatos atuais estão confirmando tudo a cada dia que se passa. Terremotos. Maremotos. Tsunamis. Furações. Vulcões. Tempestades. Poluição radioativa. Tragédias e lixos nucleares. Tragédias e lixos espaciais. E outros fenômenos provocados pelos habitantes da terra. Tudo isso, num bojo só, são sinais do fim dos tempos e da volta de Jesus. Afinal de contas, a ciência se multiplica (como previu o profeta Daniel) e os problemas no planeta se avolumam numa escala galopante e sem freios.

   De fato, se sabe, as Escrituras ensinam que existe uma força divina invisível que sustenta o maquinário celeste. Entre os versos 20 e 26 do capítulo 33 do seu livro, o profeta Jeremias declarou que existem “leis fixas que determinam a existência e o funcionamento dos céus e da terra”. Ele disse, ainda, que há uma espécie de “aliança divina, fazendo que haja, initerruptamente, em seu devido tempo, o dia e a noite”. Não obstante, a centralidade da terra e a sua importância, em relação à criação divina, são impressionantemente testemunhadas ao longo de toda a Bíblia. Não levar isso em consideração é um erro grave, para quem deseja entender os segredos e propósitos existentes no universo.

Por fim, as injustiças dos homens provocam a ira de Deus. A ira de Deus é o repúdio, é a sua reação contra o mal social no mundo, isto é, o pecado. O pecado tirou o homem do caminho da vida idealizado por Deus, gerando degeneração da raça humana e condenação eterna em que, separado de Deus, o homem precisa exclusivamente de Jesus para o restabelecimento da comunhão. O mundo que hoje conhecemos é um mundo torpe.

A ciência e a tecnologia se multiplicaram e estão se multiplicando (como previu o profeta Daniel) e isso ajuda o aceleramento dos fatos escatológicos.

Conforme escrevemos no último capítulo do livro O mundo em órbita de alerta, pergunta-se, enfim, aos ouvidos da humanidade: E agora? Jesus já está voltando? Observando a agenda da ONU, o seu conteúdo, analisado pelo espelho da hermenêutica bíblica, diz que sim. Jesus já está voltando. Quem tem Cristo como Salvador, está firmado esperança. Quem não tem Cristo estará em desespero no momento da sua vinda.

Pr. Battista Soarez
Autor dos livros AD Santos "A Igreja Cidadã" e do em breve lançamento "O Mundo em órbita de alerta".

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